O Branco do olho.

(Laura Spivak. Buenos Aires, agosto del 2010.
Para a exposição “El eco de sus risas (O eco de seus risos)”. Galería Braga Menéndez, Buenos Aires.)

 

Liberdade é sinônimo de franqueza, espontaneidade, familiaridade, sinceridade, confiança, simplicidade. Relacionar a arte com esse termo não parece fazer parte da agenda de debate da arte contemporânea.
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Ananos de jardim.

(Et Basualdo. Buenos Aires, agosto del 2007.
Para a exposição "Enanos de jardín". (Ananos de jardim). Galería Appetite. Buenos Aires. )

 

Historicamente a conquista está ligada à apropriação, à soma e acumulação de territórios, conhecimento, adeptos. Mas, quando se trata de conquistar espaços internos, muitas vezes uma conquista se traduz em renúncias e abandonos. Veja mais >

 

A árvore, a boca de maçã e o pênis.

(Florencia Braga Menéndez. Buenos Aires, marzo del 2008. Para a exposição "Si me dieran a elegir preferiría ser gigante" (Se me dessem a escolher preferiria ser gigante). Galeria Braga Menéndez. Buenos Aires, Argentina.

 

A obra de Laura é paradigmáticamente tão politicamente incorreta, tão imprescindivelmente transgressora, que à hora de apresentá-la, de vestí-la muitos fizeram o mesmo que com outros artistas sérios: comprar um marco teórico sobreatuadamente politicamente incorreto. Veja mais >

 

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De sorvetes, fontes e utopia,
uma versão particular do Paraíso.

(Leticia El Halli Obeid. Buenos Aires, octubre del 2006. Para a exposição "El jardín de las mariposas" (O jardim das borboletas). Museu da Universidade de Antioquía. Medellín, Colombia. )

 

A literalidade é um dos primeiros achados feitos em relação à poesia: um gesto que descobre à linguagem na sua beleza e seu absurdo. Os meninos costumam experimentar esse mecanismo de repetir muito uma palavra até que ela se converte num som estranhado, vazio de significado, extraterrestre.
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